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Mais de US$ 90 milhões foram investidos em healthtechs no primeiro bimestre de 2021

Mais de US$ 90 milhões foram investidos em healthtechs no primeiro bimestre de 2021

Já foram investidos mais de US$ 90,1 milhões em startups da área da saúde durante os primeiros dois meses de 2021. Foram 12 rodadas de investimento realizadas nesse período e o valor já corresponde a aproximadamente 85% do total investido em 2020. Dessa forma, esses dados já indicam que o primeiro trimestre do ano é […]

11 de março de 2021 2 min de leitura
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Artigo atualizado 11 de março de 2021

Já foram investidos mais de US$ 90,1 milhões em startups da área da saúde durante os primeiros dois meses de 2021. Foram 12 rodadas de investimento realizadas nesse período e o valor já corresponde a aproximadamente 85% do total investido em 2020.

Dessa forma, esses dados já indicam que o primeiro trimestre do ano é o mais movimentado na história das healthtechs no Brasil, mesmo faltando ainda um mês para acabar. Os números foram contabilizados pela edição de março do Inside Healthtech Report, relatório mensal realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito. 

Somente em fevereiro foram mais de US$ 80 milhões aportados. Os grandes destaques do mês ficaram por conta do investimento Series C recebido pela 3778 no valor de US$ 36.4 milhões e pelos aportes recebidos pela Alice e Zenklub. Apenas uma aquisição foi feita no período: a Raia Drograsil anunciou a compra da tech.fit, startup brasileira com anos de experiência em desenvolvimento de plataformas digitais para a promoção de hábitos saudáveis. 

“Nossa expectativa, se mantivermos este volume e quantidade de investimentos, é de encerrarmos o ano com mais de US$ 200 milhões investidos em mais de 50 rodadas de investimento”, diz Tiago Ávila, líder do Distrito Datarminer

O levantamento também constatou que as áreas de Gestão e PEP ganharam mais força nos últimos tempos. Startups desses setores representam hoje 24,9% das heathtechs no país, seguidas por empresas voltadas para o acesso à informação (16,55%) e marketplace (13,6%).  

O estudo ainda traz um panorama das healthtechs dedicadas à terceira idade, citando alguns cases e entrevistando empreendedores. O documento mostra que, com a expectativa de vida das pessoas cada vez maior, torna-se cada vez mais necessário a aplicação de novas tecnologias para melhorar a gestão e aumentar a eficiência em produtos e serviços para o público mais sênior. 

Para esse Report, o Distrito mapeou 747 startups da área da saúde, 24 delas dedicadas ao público sênior. Além disso, foi constatado que metade das mais de 700 empresas foram criadas nos últimos cinco anos. 

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