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Nova visão sobre o papel das imobiliárias no mundo das proptechs

Este artigo foi escrito por Mickael Israel Malka, chairman da inGaia, para o estudo Distrito PropTech Report Brasil 2020 Um imóvel é o sonho de muita gente e o segmento de usados é onde a maioria das pessoas conquista a casa própria. A inGaia, considerada uma das principais propetchs do Brasil, possui o maior banco […]

28 de março de 2020 2 min de leitura
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Artigo atualizado 28 de março de 2020

Este artigo foi escrito por Mickael Israel Malka, chairman da inGaia, para o estudo Distrito PropTech Report Brasil 2020

Um imóvel é o sonho de muita gente e o segmento de usados é onde a maioria das pessoas conquista a casa própria. A inGaia, considerada uma das principais propetchs do Brasil, possui o maior banco de dados do mercado secundário, ou seja, imóveis residenciais usados, o que nos garante propriedade para falar sobre o assunto.

Podemos dizer que existem 5 ambientes distintos caracterizados por empresas de informação e tecnologia para o setor. O primeiro é composto por imobiliárias tradicionais, que possuem um grande conhecimento regional e, segundo o CRECI, são hoje 40 mil CNPJs no Brasil e 400 mil corretores, mas acreditamos que apenas 60% são realmente ativos.

A segunda parte é formada por portais, onde as imobiliárias tiram cerca de 40% de seus leads ainda não qualificados. Aqui temos nomes como Viva Real, ZAP, Imóvel Web e OLX,  alimentados por em média 50% das imobiliárias do ecossistema inGaia, nos transformando no maior integrador, com mais de 3 milhões de anúncios em mais de 55 portais.

Um terceiro ambiente reúne de um lado, CRMs para gestão de leads e anúncios com uma grande base de dados, atividades de corretores, interessados e proprietários inseridos na intermediação de venda e locação, um mercado com cerca de 80 empresas, liderado por nós, com 20% das imobiliárias ativas do país. Do outro, ERPs utilizados na gestão financeira e administração de aluguéis, onde também saímos na frente com mais de 2 mil clientes.

No meio disto, temos os sites das imobiliárias que juntos representam uma das maiores audiências digitais do setor imobiliário, com 7 milhões de visitas únicas por mês.

O quarto engloba imobiliárias e plataformas digitais que se posicionam como disruptores no mercado. “Unicórnios” por conta de um significante aumento de capital, essas empresas ainda precisam validar suas realidades econômicas, mas graças a elas o mercado está se movimentando. Alguns exemplos são Quinto Andar, com uma proposta de desburocratização do mercado de aluguel, e Loft, trazendo o i-buyer para o Brasil.

Por último, temos um nicho variado, onde fintechs e prestadores de serviços oferecem soluções diversas geralmente para originação de produtos financeiros como: crédito imobiliário, home equity e adiantamento de recebíveis.

Tudo isso é o que dá forma ao grande mundo das proptechs, um mercado em constante evolução, com modelos disruptivos, mas ainda não suficientes para descaracterizar a importância do corretor como intermediador principal. A inGaia, por sua vez, vem há 10 anos colocando o corretor como peça-chave, desenvolvendo soluções tecnológicas para empoderar o mercado.

Aprenda mais sobre as proptechs

Em nosso estudo Distrito PropTech Report 2020, descobrimos que:

  •  Mais de US$800 milhões já foram investidos em proptechs brasileiras, metade dos deals foram feitos apenas nos últimos 4 anos e responsáveis por 92% desse montante. Mesmo montante acumulado pelas 3 proptechs que captaram mais investimentos (gráfico abaixo).
  • Mais de 45% das proptechs resolvem problemas internos do setor (B2B).
  • Nos últimos 4 anos surgiram mais startups do que nos últimos 20 anos somados.
  • Mais de 80% das empresas do setor atua com menos de 20 funcionários.

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