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Rebel recebe aporte de investimento de US$ 10 milhões para oferecer crédito a preço acessível aos consumidores

Rebel recebe aporte de investimento de US$ 10 milhões para oferecer crédito a preço acessível aos consumidores

Rodada de investimentos inclui Monashees e o fundo de venture capital global FinTech Collective A Rebel, startup de finanças que oferece acesso a crédito a taxas acessíveis, recebeu um aporte de investimentos de US$ 10 milhões. Essa rodada aconteceu um ano depois de a fintech ter levantado US$ 4 milhões com a XP e outros […]

3 de dezembro de 2019 2 min de leitura
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Artigo atualizado 3 de dezembro de 2019

Rodada de investimentos inclui Monashees e o fundo de venture capital global FinTech Collective

A Rebel, startup de finanças que oferece acesso a crédito a taxas acessíveis, recebeu um aporte de investimentos de US$ 10 milhões. Essa rodada aconteceu um ano depois de a fintech ter levantado US$ 4 milhões com a XP e outros investidores. Participantes nesta rodada incluem Monashees, investidora das startups brasileiras de sucesso 99 e Loggi, e FinTech Collective, empresa de venture capital global sediada em Nova York.

Desde que foi criada, a Rebel já recebeu R$ 5 bilhões em pedidos de empréstimos. “O brasileiro criou uma relação distorcida com o crédito por causa de um sistema bancário que não faz sentido. Queremos democratizar o acesso ao crédito e mostrar que crédito, quando bem utilizado, é uma ferramenta importantíssima na nossa vida financeira”, afirma Rafael Pereira, CEO da empresa. “As instituições alegam que no Brasil o crédito é caro por conta da inadimplência, que, por sua vez, é alta devido às maiores taxas de juros do mundo. É um ciclo perverso e vicioso, difícil de ser rompido. Por isso somos rebeldes: vamos colocar um ponto final nessa dinâmica e iniciar um ciclo virtuoso no Brasil.”

A nova injeção de capital será usada para reforçar o caixa da companhia e permitir maiores investimentos em tecnologia. A fintech tem planos de criar novos produtos e melhorar canais de distribuições para aumentar a base de clientes.

A Fintech Collective já fez dois investimentos anteriores em companhias que, como a Rebel, acreditam que, no futuro, as finanças pessoais orientadas por dados. O primeiro é a Money Lion, banco digital que opera nos Estados Unidos, e o segundo é a Anyfin, empresa digital de finanças pessoais da Europa. 

“Apostamos em companhias dispostas a redesenhar seus mercados, lideradas por empreendedores com forte visão estratégica e disciplina para executar”, diz Sean Lippel, da FinTech Collective. “Acreditamos que a Rebel tem a oportunidade de não apenas reparar o mercado de crédito pessoal sem garantias, de US$ 100 bilhões no Brasil, mas também expandir a disponibilidade de crédito no país, ao mudar a maneira como os brasileiros se relacionam com suas finanças pessoais.”

Com essa nova rodada, os investidores da Rebel agora incluem Julio Capua, ex-executivo da XP, Bruno Licht, ex-diretor do Banco Garantia e que por quase dez anos foi membro do Conselho da Bovespa, e João Guerra e Fued Sadala, cofundadores do Dreampact, sociedade criada por ex-executivos da AB Inbev.

Sobre a Rebel

A Rebel foi fundada em 2017 por André Bastos, Paulo Nunes e Rafael Pereira para liderar uma mudança na vida financeira da população do Brasil. A empresa oferece crédito sem garantias pessoais a taxas de juros mais baixas que seus competidores usando tecnologia para fazer avaliações precisas do comportamento financeiro de cada consumidor. Os valores variam de R$ 1 mil a R$ 25 mil, com prazo de até 24 meses. 

Sobre o FinTech Collective

FinTech Collective é uma empresa de venture capital com sede em Nova York, que investe globalmente. A companhia foi fundada em 2012 por Brooks Gibbins e Gareth Jones, que trabalham juntos há quase duas décadas, e que ajudaram a construir e vender quatro empresas em financiamento institucional, pagamentos e inteligência artificial. Desde sua fundação, FinTech Collective já ajudou a construir e deu investimento seed a 33 companhias, incluindo MoneyLion, Axoni, Vestwell e Embroker. Vendas incluem Quovo, adquirida por Plaid, Reorg Research, adquirida por Warburg Pincus, e Openfolio, adquirida por Stone Ridge Asset Management.

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