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Shopping Center do futuro: como a Multiplan enxerga esse cenário

Atualmente o setor de varejo está passando por uma intensa transformação, seja pelos efeitos da digitalização dos consumidores, das influências da Nova Economia até os efeitos que a covid-19 está gerando no mercado. Os shoppings foram um dos mais impactados durante o ano de 2020, e por mais que muitos deles estejam funcionando com horário […]

28 de setembro de 2020 2 min de leitura
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Artigo atualizado 28 de setembro de 2020

Atualmente o setor de varejo está passando por uma intensa transformação, seja pelos efeitos da digitalização dos consumidores, das influências da Nova Economia até os efeitos que a covid-19 está gerando no mercado. Os shoppings foram um dos mais impactados durante o ano de 2020, e por mais que muitos deles estejam funcionando com horário reduzido, a dúvida persiste: qual será o futuro do shopping center no Brasil?

Para responder esta pergunta, nós conversamos com Daniel Peres Chor , co-diretor do MIND (Marketing, Inovação & Negócios Digitais) na Multiplan, que possui atualmente 19 shopping centers em operação e é uma das maiores empresas do setor no Brasil. A companhia também atua estrategicamente no desenvolvimento de imóveis comerciais e residenciais, com projetos multiuso que geram sinergias para as operações de shopping centers, oferecem conveniência e comodidade aos usuários, e geram valor a seus ativos.

Confira abaixo a entrevista na íntegra!

Entrevista completa com Daniel Chor, da Multiplan

Quais são as principais iniciativas do MIND?

A área está dividida em 4 projetos. O Multi é o superapp hiperlocal dos shoppings, que permite a compra de alimentos, produtos e entretenimento, como ingressos de teatro e cinema, e também conveniências como pagamento de estacionamento, acesso ao programa de fidelidade da Multiplan e contato com clínicas para agendamento de consultas nos Centros Médicos dos shoppings. O superapp soma mais de 200 mil downloads em menos de um ano. Os outros projetos são a Startplan, plataforma de conexão com startups; o MultiLab, nosso laboratório de experimentação de novas tecnologias; e o Multiplique o Bem, agregador de iniciativas de impacto social.

O que mudou na Multiplan desde o início da pandemia?

Durante a pandemia, vivemos uma transformação digital natural na companhia, fortalecendo a nossa mentalidade de frugalidade, permitindo que certas posições pudessem ser trabalhadas através do home office, redução de custos com automação de processos através de sistemas, entre outros benefícios que refletiram nos shoppings. Durante toda a pandemia e mesmo depois do período conturbado, com a reabertura dos shoppings, a Multiplan estreitou os laços de parceria com seus lojistas concedendo centenas de milhões de reais em economias reduzindo despesas de condomínio, condições contratuais únicas, acelerou os investimentos em inovação digital, calcados no superapp Multi, que tem como uma das suas parcerias centrais a Delivery Center e as vendas via drive-thru implementadas com sucesso em todos os shoppings.

Como você enxerga o shopping center do futuro?

Acredito que os bons shoppings, bem localizados, não focados apenas em consumo, mas em oferecer prazer ao consumidor, com lojas, entretenimento, lazer, cultura, serviços, conveniência, gastronomia e integrados com a natureza, como os da Multiplan, vão se beneficiar porque cada vez mais, o mundo online entende que não vive sem o offline, fazendo com que os players puramente digitais necessitem se posicionar no mundo físico, como a Amazon nos Estados Unidos, com a aquisição da rede Whole Foods. Dentro do shopping, enxergamos cada vez mais operações diferentes, desde entretenimento, saúde e demais áreas, agregando diferenciação única do shopping. Entendemos que o shopping sempre foi um hub para o offline e, cada vez mais, se torna um hub para o mundo online.  O shopping de fato, é um ativo anti-frágil, se beneficiando dos dois mundos, sendo uma plataforma para a vida omni-line.

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