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Pessoas reunidas em torno da mesa fazendo alusão à discussão sobre inovação

Comitê de inovação: qual a real importância? Como montar?

Com frequência publicamos aqui no blog do Distrito dicas para empresas que querem inovar. Investir em inovação aberta, definir um processo de inovação e desenvolver uma cultura de inovação são conselhos que mencionamos seguidamente.  Em boa parte dessas publicações, lembramos que uma das maneiras de implementar a inovação com sucesso é trabalhando de forma colaborativa, […]

18 de agosto de 2020 4 min de leitura
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Artigo atualizado 18 de agosto de 2020

Com frequência publicamos aqui no blog do Distrito dicas para empresas que querem inovar. Investir em inovação aberta, definir um processo de inovação e desenvolver uma cultura de inovação são conselhos que mencionamos seguidamente. 

Em boa parte dessas publicações, lembramos que uma das maneiras de implementar a inovação com sucesso é trabalhando de forma colaborativa, incluindo diferentes áreas da empresa.

Uma forma de fazer isso é montando um comitê de inovação, um grupo de colaboradores que será responsável por garantir a aderência de toda a empresa à inovação. Ele deve contar com representantes dos diferentes departamentos e é recomendado que inclua lideranças para que se ganhe agilidade.

Se a sua empresa ainda não tem um comitê de inovação, mas está avaliando a criação de um, leia este artigo para saber o que é, qual a sua importância e como montar o seu. Confira!

O que é e como funciona o comitê de inovação?

O comitê de inovação consiste em um grupo de colaboradores da empresa dedicados a pensar em inovação, auxiliando nas decisões estratégicas do negócio. São essas pessoas que permitem que o processo de inovação aconteça. 

Para negócios que desejam inovar, mas que dispõem de poucos recursos para investir em uma área de inovação, criar o comitê é uma boa ideia. Isso porque, nesse modelo, a empresa aproveita colaboradores que realizam outras tarefas, mas que também se interessam por fazer a inovação acontecer.

Esse grupo deve fazer reuniões periódicas, mensais ou trimestrais, por exemplo. Nelas serão feitos brainstormings para levantar ideias. Além disso, esse momento serve para definir estratégias, discutir como os recursos disponíveis serão utilizados, dentre outras atividades.

Durantes as reuniões, o comitê também pode analisar as principais dores que a organização enfrenta, como produtos e serviços obsoletos, gastos em excesso, mau aproveitamento de recursos, campanhas de marketing ultrapassadas.

É importante que esses encontros não se tornem burocráticos, o que pode fazer com que percam sua real importância, a qual, como dissemos, é levar adiante o processo de inovação na empresa.

Como criar um comitê de inovação em 4 etapas

Agora que você já sabe o que é e como funciona o comitê de inovação, vamos entender como criá-lo em 4 etapas.

1. Desenvolva a cultura de inovação na empresa

Antes de reunir as pessoas para o comitê de inovação, é importante criar as bases para que a empresa tenha uma cultura de inovação. Afinal, apesar de o comitê ter um papel estratégico, o tema não pode ficar restrito a esse grupo. 

A liderança é essencial nesse trabalho. É preciso que os gestores estejam convencidos da importância do comitê e da inovação de modo geral. Caso contrário, será difícil passarem essa ideia aos colaboradores.

Para que a inovação faça parte da empresa, é importante criar um ambiente aberto a novas ideias, em que todos possam opinar. Além disso, convém fazer treinamentos e participar de eventos sobre o tema. 

Por fim, a empresa deve ter um plano estratégico voltado à inovação, no qual definirá em quais pontos vai inovar, determinando um orçamento e metas alinhadas aos outros objetivos do negócio.

2. Selecione as pessoas certas

Com essa cultura da inovação sendo construída, é o momento de selecionar as pessoas certas para o comitê. Para isso, é importante conhecer a equipe e saber quem são os colaboradores mais interessados em inovação e que possam ser facilitadores e replicadores das ideias no restante da organização.

O comitê pode começar com uma ou duas pessoas, que podem indicar outras. Lembre-se de considerar a diversidade de áreas na hora de fazer essas escolhas. 

É interessante contar com colaboradores da área de tecnologia, afinal, sem ela é difícil inovar. O jurídico também deve estar presente, colaborando com a elaboração de contratos, termos de confidencialidade e outros. RH, marketing e financeiro são outras áreas estratégicas para a formação do comitê de inovação.

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3. Conte com ajuda externa

Sabemos que, a depender do momento pelo qual a empresa passa, montar um comitê de inovação do zero pode ser difícil. Mas não é preciso fazer tudo sozinho. O comitê de inovação pode contar com ajuda externa, por exemplo, de startups que já estejam desenvolvendo soluções das quais o negócio precisa.

Isso se chama inovação aberta, uma ideia que consiste em inovar de maneira mais colaborativa, trabalhando em conjunto com outras empresas, indivíduos e órgão públicos para criar produtos e serviços melhores. 

Inovar com mais rapidez, reduzir custos, adentrar novos mercados e aumentar a possibilidade das inovações serem aceitas pelo público são algumas vantagens desse modelo.

4. Analise os resultados

Depois de criar o comitê, é importante avaliar os resultados trazidos por essas inovações. Por isso, defina métricas e invista em pesquisas e ferramentas de análise. Use esses insights para continuar implementando melhorias.

E você, gostou dessas dicas de como criar um comitê de inovação?

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