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Economia colaborativa: empoderamento para o consumidor e para o fornecedor

Sucessivas crises econômicas e preocupações ambientais levaram à percepção de que talvez não precisemos comprar tantas coisas se vamos usufruir delas apenas de vez em quando. Além disso, na nova economia, as mudanças são cada vez mais velozes, o que também significa que tudo se torna obsoleto rapidamente. Então, por que ter a posse de […]

3 de novembro de 2020 3 min de leitura
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Artigo atualizado 3 de novembro de 2020

Sucessivas crises econômicas e preocupações ambientais levaram à percepção de que talvez não precisemos comprar tantas coisas se vamos usufruir delas apenas de vez em quando. Além disso, na nova economia, as mudanças são cada vez mais velozes, o que também significa que tudo se torna obsoleto rapidamente. Então, por que ter a posse de algo que dali a pouco não vai mais ter serventia?

Foi assim que ganhou força a chamada economia colaborativa. Neste artigo, vamos entender melhor esse conceito e entender os benefícios que ele proporciona para o consumidor. Acompanhe!

O que é a economia colaborativa?

A economia colaborativa — também chamada de compartilhada — já faz parte nas nossas vidas. A ideia é simples: em vez de adquirir um produto ou serviço de uma grande empresa, você pode emprestar, alugar ou até mesmo comprar de uma outra pessoa. 

Um levantamento da consultoria PwC estima que, até 2025, a economia colaborativa deverá gerar mais de US$ 300 bilhões em novos negócios. Temos exemplos mundialmente famosos, como o Uber e o Airbnb. 

Já assimilamos esses serviços e nos parece perfeitamente natural entrar no carro particular de um estranho ou ocupar a casa de alguém por alguns dias. No entanto, vale lembrar que o Uber foi fundado em 2009 e chegou ao Brasil apenas em 2014. O mesmo raciocínio vale para o Airbnb, que surgiu em 2008 e aportou por aqui em 2012. Assim, podemos ver que tudo isso ainda é bastante novo.

O conceito “pegou” e diversas outras startups surgiram oferecendo formas de conectar pessoas que precisam de serviços com aquelas que possam oferecê-los. Um dos casos mais conhecidos é o do GetNinjas, um aplicativo que permite encontrar profissionais que executem serviços gerais. Basta baixar o aplicativo (disponível para Android e iOS) e procurar na plataforma alguém que execute o serviço de que você precisa: assistência técnica, reformas, moda e beleza, diaristas e muitos outros.

Outro exemplo é o da MoObie, uma plataforma que permite o aluguel de carros de pessoa para pessoa. É uma espécie de Airbnb de veículos, em que alguém que tenha um carro pode colocá-lo à disposição para aluguel e quem precisa de um pode contratar a locação pela própria plataforma, sem as burocracias usuais das locadoras tradicionais.

Quais são os benefícios da economia compartilhada?

Já mencionamos o primeiro benefício da economia compartilhada no começo deste texto: a redução de desperdícios. Por que ter um carro, com todos os gastos que isso implica e os impactos no meio ambiente, se você usa pouco e só precisa dele de vez em quando? Ou, se você tem um automóvel e usa pouco, por que não disponibilizá-lo para outras pessoas que precisam dele e ainda fazer uma renda extra com isso?

As vantagens da economia compartilhada, no entanto, vão além disso. Ela dá mais poder e autonomia tanto para as duas pontas do negócio: consumidor e fornecedor. Sem ter que contratar o serviço de uma grande empresa, o consumidor tem muito mais opções, com estilos para todos os gostos e preços para todos os bolsos. Dessa forma, também é uma ferramenta importante de inclusão financeira. Para o fornecedor, é uma forma de geração de renda, inclusive para alguns segmentos da população que são alijados do mercado formal de trabalho.

Agora você já sabe como funciona a economia colaborativa e os benefícios que ela traz não apenas para consumidores e fornecedores, mas para o sistema econômico como um todo. Ficou interessado? Se você tem uma startup desse estilo e precisa de suporte para desenvolver sua ideia, conheça o Distrito for Startups!

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