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Eventos híbridos se tornarão pré-requisito no mundo pós-pandemia

Eventos híbridos se tornarão pré-requisito no mundo pós-pandemia

O Marketing de Eventos foi um dos dos setores da economia que mais sofreu impacto com a pandemia. Apesar do período mais crítico de contágio já ter passado e a vacinação estar avançando rapidamente no país, as empresas da área ainda estão tentando se adaptar ao novo momento — tanto da economia como do mundo […]

28 de outubro de 2021 3 min de leitura
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Artigo atualizado 28 de outubro de 2021

O Marketing de Eventos foi um dos dos setores da economia que mais sofreu impacto com a pandemia. Apesar do período mais crítico de contágio já ter passado e a vacinação estar avançando rapidamente no país, as empresas da área ainda estão tentando se adaptar ao novo momento — tanto da economia como do mundo — para redesenhar as estratégias para realização de eventos.

Pela necessidade de manter isolamento social, a realização de confraternizações, festas e workshops foi vetada na maior parte dos países que adotaram as recomendações da OMS. Segundo o SEBRAE, a maior parte das empresas viu o faturamento cair entre 76% e 100% até abril de 2020. No entanto, não permitir o encontro físico de pessoas não significa necessariamente eliminar o acontecimento de eventos. Assim como o home office permitiu que as atividades relacionadas ao trabalho continuassem a acontecer, as ferramentas tecnológicas virtuais também foram utilizadas pelo marketing de eventos.

Shows, palestras e convenções tomaram o formato online, o que acabou expandindo o público desses encontros. Antes, o que estava limitado à localização geográfica e capacidade de público permitida pelo espaço, agora se torna praticamente infinito. 

Atualmente, o país se encontra em um momento em que gradualmente as medidas de isolamento social estão sendo flexibilizadas, o que significa que eventos presenciais poderão voltar acontecer, porém diferente de como eram realizados antes. A transmissão em tempo real e online se tornou tão popular e amplamente aceita pelo público que já se tornou o padrão em muitas empresas. Como consequência da soma desses fatores sociais e culturais, os eventos híbridos ganham força no cenário mundial.

Tendências de eventos híbridos

O modelo híbrido não é uma novidade que nasceu durante a pandemia. Nos últimos anos, a presença do público de maneira virtual já era comum, apesar dela acontecer de uma maneira diferenciada. Geralmente, a inserção desses espectadores durante o evento era limitada a comentários via redes sociais, mas de modo geral a audiência virtual era passiva, limitada a apenas receber o conteúdo e raramente realizar interações.

O modelo híbrido permite mudanças nas estratégias de marketing de eventos. Além de desenhar um plano de participação do público presente, há também uma logística para integrar quem estiver participando de modo online. Em outras palavras: enquanto essa modalidade se apresenta como uma nova solução, ela também traz seus próprios desafios que, aos poucos, a indústria vai solucionando.

Pensando nesses desafios, trazemos aqui algumas tendências que começam a despontar na área.

1. Interação digital-físico

Ferramentas de troca de mensagens durante as apresentações de eventos já são estabelecidos como norma. No entanto, muitas das vezes esta é uma ferramenta que pode ficar limitada apenas aos participantes que estão acompanhando a reunião de modo virtual. O ideal é que ambos públicos possam acompanhar o que está sendo discutido, por isso é importante que os atendentes presenciais tenham acesso também às salas de conversa.

2. Data Analytics do início ao fim

Com parte do público participando digitalmente, é possível rastrear todas as atividades dos usuários dentro do ambiente de interação. É com essa ferramenta que os organizadores poderão analisar o comportamento dos participantes ao longo do evento, quais atrações estão sendo mais procuradas durante as apresentações, quais são os picos de interação, quando os participantes perdem o interesse no evento e outros pontos altos e baixos.

3. Contactless Check-in

Crachás, cartões e pulseiras são instrumentos que, além de significar um alto custo para os organizadores, também não são as ferramentas práticas e ágeis para serem manuseadas em larga escala. Novas tecnologias como check-in por aplicativos e pulseiras com NFC estão ganhando popularidade por irem de acordo com as normas de isolamento social e também por serem mais práticas, oferecendo certa autonomia aos participantes.

Quer saber mais sobre o futuro dos eventos? Não deixe de conferir a próxima edição do Inside Martech, com lançamento no dia 4 de Novembro.

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