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Semantix e Cloudera: como essa parceria facilita o acesso de empresas ao big data

Semantix e Cloudera: como essa parceria facilita o acesso de empresas ao big data

Com frequência falamos aqui no blog do Distrito sobre como parcerias podem ser estratégicas para empresas. A inovação aberta, por exemplo, permite que grandes empresas se unam a outros players, como as startups, para criarem produtos e serviços inovadores. Neste artigo, vamos falar sobre uma parceria feita entre duas empresas: a brasileira Semantix,  focada em […]

9 de outubro de 2020 2 min de leitura
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Artigo atualizado 9 de outubro de 2020

Com frequência falamos aqui no blog do Distrito sobre como parcerias podem ser estratégicas para empresas. A inovação aberta, por exemplo, permite que grandes empresas se unam a outros players, como as startups, para criarem produtos e serviços inovadores.

Neste artigo, vamos falar sobre uma parceria feita entre duas empresas: a brasileira Semantix,  focada em big data, analytics, Inteligência Artificial e computação quântica, e a norte-americana Cloudera, de nuvem de dados empresariais.

O início da parceria entre Semantix e Cloudera 

A Semantix nasceu a partir de eventos dos quais os cofundadores, Leonardo Dias e Leonardo Santos, participaram no Vale do Silício entre 2008 a até 2010. Nesse período, a empresa identificou na Cloudera uma empresa que viria a dominar um mercado que, então, era uma novidade — o de big data — e buscou fechar uma parceria com a companhia norte-americana.

Depois de obter as primeiras certificações e treinamentos da Cloudera, um dos cofundadores da Semantix foi convidado a ser instrutor da empresa, oferecendo seus cursos de big data no Brasil. A Semantix, então, começou a ter clientes de big data usando Cloudera. 

Um passo adiante na parceria

Agora, as duas empresas vão expandir essa parceria, por meio da criação de um novo modelo de provedor de serviços gerenciados (MSP) em todo o Brasil. O Cloudera MSP permite fornecer ao Cloudera Data Platform implantações mais rápidas e serviços de gerenciamento em todo o ambiente big data, incluindo serviços de infraestrutura em nuvem, segurança e governança de dados.

Além disso, o novo modelo permite que os clientes contem com suporte 100% português e uma equipe de especialistas técnicos certificados capazes de monitorar a plataforma 24 horas por dia. 

“Contar com a MSP é uma forma de fornecer e implementar soluções mais rápidas e completas para os clientes da Semantix. Com essa estrutura é possível ter total segurança, alta disponibilidade e escalabilidade, além de acesso a informações decisivas para o negócio em apenas alguns segundos, com insights avançados do big data analytics e da Inteligência Artificial”, afirma o CEO e cofundador da Semantix, Leonardo Santos.

O impacto da parceria entre Semantix e Cloudera no ecossistema de inovação

Implantar um cluster de big data pode ser um trabalho difícil, complexo e demorado. Com a parceria, no entanto, será possível subir um cluster de big data usando o Cloudera Data Platform em poucos cliques, com pagamento faturado em reais, segurança e agilidade.

É algo que impacta no ecossistema de inovação, já que permite que empresas que ainda não têm recursos de profissionais conhecedores de infraestrutura, instalação e configuração de software não mais precisem desses serviços ou de profissionais para terem um serviço complexo como esse.

Com isso, muitas empresas vão poder se beneficiar reduzindo custos, sem a necessidade de profissionais especializados para instalar, manter e monitorar esse ambiente.

Próximos passos

Os próximos passos serão aprofundar a migração de clientes locais para a nuvem, bem como facilitar a criação de ambientes híbridos (local integrado com a nuvem) ou de ambientes multicloud (que utilizam diferentes serviços de armazenamento em nuvem, como Azure, Google Cloud e AWS), facilitando essa gestão de ambientes complexos.

“A ideia também é continuar evoluindo a nossa plataforma, tanto do nosso lado, na gestão e automação, quanto do lado da Cloudera, no acompanhamento de novidades, versões, upgrades e novas ferramentas que podem surgir nesse mundo do big data”, conclui o CEO.

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