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Fique por dentro do Fintech Summit 2022

Fique por dentro do Fintech Summit 2022

Fique por dentro da transformação dos sistemas financeiros, entenda a digitalização do setor e conheça as tendências do futuro - que já começou! Participe do Fintech Summit 2022! Quando? 27 e 28 de abril, das 16h às 19h.

2 de maio de 2022 10 min de leitura
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Artigo atualizado 2 de maio de 2022

Confira o que rolou no Fintech Summit 2022, evento transmitido ao vivo no canal do Distrito nos dias 27 e 28 de maio!

Os investimentos no ecossistema de inovação brasileiro começaram o ano de 2022 na mesma tendência do ano anterior: extremamente aquecidos. Com mais de US$ 1,3 bi investidos nos dois primeiros meses de 2022, o país atinge seu segundo ano seguido com o marco neste período.

Mesmo em um momento de incertezas e inseguranças no aspecto macroeconômico, os elevados investimentos em Venture Capital mostram o amadurecimento de startups brasileiras, que conseguem ser cada vez mais atrativas para o mercado. 

Leia mais – Fintechs: quem está transformando o mercado financeiro?

Neste contexto, os aportes em fintechs representaram, nos dois primeiros meses do ano, 65% do volume investido em startups no Brasil. Desde 2018, o setor representa por volta de 41% do total dos investimentos.

Quando o assunto são M&As, as fintechs representam 55% de todas as fusões e aquisições realizadas no início de 2022 e, em 2021, o setor foi responsável por 21% dessas operações em todo o ano.

É partindo deste cenário que podemos afirmar que o setor de fintechs é líder do ecossistema de inovação brasileiro. Por isso, não perca o Fintech Summit 2022 e fique por dentro das principais tendências e transformações do setor financeiro.


Distrito Fintech Relatório 2022

O que você encontra no Fintech Summit

  • Como as fintechs estão mudando o mercado 
  • Como a transformação digital impacta na economia dos brasileiros
  • Quais são as tendências para o mercado financeiro em 2022
  • Soluções que forneçam mais inovação para serviços financeiros
  • Como grandes corporações estão em inovação no setor de finanças
  • Porquê inovação aberta está em alta e como será o futuro do mercado financeiro

Confira a programação

Dia 1

16h00 – Abertura

Gustavo Araújo – Co-founder e CRO | Distrito

16h05 – Momento Report

Leonardo Mori – Analista de dataminer | Distrito

16h40 – Roda de conversa | [CASE] M&A entre empresas de Tech – De Tendência a Realidade

Gustavo Araújo – Co-founder e CRO | Distrito

17h10 – Momento Report | Corrida dos unicórnios, porque as fintechs são as maiores candidatas?

Tito Gusmão – Founder e CEO | Warren

Marcelo Lombardo – Founder e CEO | Omie

Lilian Natal– Head de CX e Community | Distrito

17h40 – Painel 1 | Fintechzação: Toda empresa será uma empresa fintech

Eduardo Bayer – Coordenador de Pesquisa e Mercado | Distrito

John Paz – COO e GM Brasil | Pomelo

18h10 – Painel 2 | Como a tecnologia contribui na Inclusão Financeira?

Ricardo Rocha – Senior Human Capital Diversity & Inclusion

Leandro Dias – CEO | Akintec

Ingrid Barth – Founder | Linker

18h35 – Painel 3 | Como as empresas podem usar NFT para monetizar seus ativos?

Leonardo Mori – Analista de dataminer | Distrito

Bruno Milanello – Executivo de Novos Negócios na 2TM | Mercado Bitcoin

Daniel Peres Chor – Founder e CEO | Tropix

19h00 – Painel 4 | Conectando empresas ao futuro do mercado exterior

Luiz Henrique Didier Jr – CEO | Bexs Banco

19h20 – Encerramento

Dia 2

16h00 – Abertura

16h05 – Keynote | Investimentos em fintechs, para onde o mercado está indo agora?

Felipe Fujiwara – Líder de investimentos em fintechs no SoftBank Latin America Fund | Softbank

Gustavo Araújo – Co-founder e CRO | Distrito

16h30 – Plataforma | Como escolher as fintechs que vão solucionar os problemas da sua empresa?

Gustavo Araújo – Co-founder e CRO | Distrito

Tiago Compagnoni | Conta Voltz

Daniel Orlean | Conta Voltz

16h40 – Roda de conversa | [CASE] M&A entre empresas de Tech – De Tendência a Realidade

Gustavo Araújo – Co-founder e CRO | Distrito

Alexandre Liuzzi – Founder e CEO | Remessa Online

Thiago Carvalho – Corporate Investment Bank | JP Morgan

16h55 – Painel 1 | Novos caminhos do Open Banking

Antonio Brito – CEO e Co-founer | SuperSim

Mariane Flores – Coordenadora de Pagamentos e Inovações | Mercado Pago

Edvard Enz Neto – Especialista em Open Banking | Banco ABC

Luana Soratto – Coordenadora do Grupo de Trabalho de UX no Open Banking Brasil | ABFintechs

Fabricio Violin – Gerente de Estratégia e Inovação | BV

17h35 – Conversa com especialista | O protagonismo da infraestrutura e gestão financeira para empresas de alto crescimento

Gustavo Gierun – Co-founder e CEO | Distrito

Jorge Vargas – Founder e CEO| Bhub

Gonzalo Parejo – Founder e CEO | Kamino

17h55 – Rodada de Picth | 3 startups para você conhecer em 15 minutos

Jenyffer Braz – Community Leader | Distrito

Hermoney

A55

Foregon

18h15 – Encerramento

Confira os principais destaques do evento

Dia 1

Abertura & Report

O terceiro Fintech Summit do Distrito, com um número recorde de quase 5 mil inscritos, teve início com a apresentação de Gustavo Gierun e Gustavo Araújo, os próprios fundadores da empresa. Eles introduziram o painel de Leonardo Mori, analista de pesquisa do Distrito que apresentou o Mining Fintech Report 2022, o nosso relatório anual sobre startups de finanças.

O Mining Report de fintech deste ano trouxe estatísticas exclusivas e atualizadas sobre o ecossistema de finanças tech brasileiro, como:

  • número de fintechs por categoria (câmbio, crédito, dívidas)
  • distribuição geográfica das fintechs pelo país
  • top fintechs de acordo com os algoritmos do Distrito
  • volume de investimentos no mercado
  • fusões e aquisições ocorridas

Entre outros dados. 

O estudo ainda conta com entrevistas com especialistas da área, um resumo do cenário internacional de fintechs e perspectivas embasadas sobre o futuro do setor.


Distrito Fintech Relatório 2022

Como a modernização do sistema bancário impacta o futuro do brasileiro

Neste painel, Gustavo Gierun falou com Bruno Magrani, head de políticas públicas do Nubank e presidente da Zetta, fintech lançada há pouco mais de um ano e que trabalha para modernizar o sistema financeiro brasileiro.

O convidado discorreu a respeito de como as recentes regulações conduzidas pelo Banco Central nos últimos anos estão contribuindo para melhorar o ambiente econômico e diminuir o número de desbancarizados em nosso país. 

O Pix, por exemplo, é um sistema gratuito para pagamentos e transferências instantâneas disponível 24 horas por dia, sete dias por semana que está estimulando milhares de brasileiros a abrir conta em um banco digital ou tradicional.

Ao abrir conta, as pessoas ainda se tornam potenciais clientes dos outros produtos financeiros oferecidos por essas instituições, o que tende a aumentar a disputa pelo público desbancarizado. 

Já o open banking, que permite o compartilhamento geral de dados da população entre os milhares de players do mercado econômico, certamente desencadeará uma competição pela conquista de novos clientes.

E na medida em que os bancos obtiverem acesso ao histórico de transações das pessoas em outras instituições, eles conhecerão o perfil de cada cliente de imediato e poderão oferecer os produtos e serviços mais adequados a eles com muito menos burocracia.

Corrida dos unicórnios: por que as fintechs são as maiores candidatas?

Os convidados desta sessão foram Tito Gusmão, da Warren, e Marcelo Lombardo, da Omie.

A Warren é uma corretora, gestora e administradora que oferece investimentos por meio de uma conta remunerada, de trade sem corretagem e das carteiras que podem ser criadas segundo os objetivos de cada investidor.

A Omie é uma startup de finanças fundada em 2013 que desenvolve programas de gestão empresarial (ERP) na nuvem (on cloud) para pequenas e médias empresas.

Os dois empreendedores discutiram os motivos por que as fintechs são as startups que têm mais chances de atingir uma avaliação privada de um bilhão de dólares e, assim, adquirir o título de unicórnio.

Como apontado, o setor de fintechs é de longe o que mais recebe investimentos de risco no Brasil. As startups de finanças ainda são as mais representativas da indústria nacional de tecnologia em termos de número de empresas: são 1.289 em operação no país atualmente.

Aliás, em fevereiro, o banco Neon anunciou um aporte de US$ 300 milhões do grupo espanhol BBVA e se tornou a primeira startup a ultrapassar um bilhão de dólares em valuation no Brasil.

Finanças fluidas: como será o futuro dos meios de pagamento

Gustavo Araújo e Thiago Dias, da Mastercard, bateram um papo sobre os novos meios de pagamentos que estão sendo adotados aqui no Brasil, como o Pix e as criptomoedas.

Nos últimos anos, as startups de finanças criaram soluções que multiplicaram as possibilidades de fazer o dinheiro circular, provocando uma verdadeira revolução no setor de pagamentos do país.

 Para se ter uma ideia do tamanho dessa transformação, no final de 2021 a startup Transfeera divulgou um levantamento que mostra que os grandes bancos brasileiros perderam 43% do mercado de meios de pagamento para as fintechs nos últimos quatro anos.

O Estudo Market Share de Bancos 2021 examinou os mais de 6 milhões de pagamentos realizados pelas empresas clientes da Transfeera através da plataforma da startup entre abril de 2017 e agosto de 2021, considerando as transferências feitas tanto para contas bancárias de pessoas físicas quanto para contas de outras empresas.

Fintechzação: toda empresa será uma empresa fintech

Albert Morales, da Belvo, e John Paz, da Pomelo, falaram sobre a adoção de serviços financeiros por empresas que não são do setor de finanças. A prática tem até nome: embedded finance, ou “finanças embutidas”.

As Casas Bahia, por exemplo, possuem o banQi, conta digital para saques, depósitos, pagamentos, transferências, Pix, entre outros serviços.

No entanto, a tendência não se restringe a esse setor. Na verdade, na última década, a digitalização dos serviços e a democratização da tecnologia permitiram que qualquer companhia pudesse embutir a oferta de produtos financeiros no seu portfólio de soluções. 

O embedded finance ganhou força no Brasil em 2018, quando o Banco Central retirou a necessidade de autorização prévia para uma instituição de pagamento entrar em operação no país.

Como a tecnologia contribui com a inclusão financeira?

Dados do Banco Central informam que, apenas em 2020, cerca de dez milhões de brasileiros iniciaram relacionamento com alguma instituição financeira. No entanto, a maioria delas faz parte da base de clientes cadastrada pela Caixa Econômica Federal para saque do auxílio emergencial. 

Segundo o Instituto Locomotiva, existem hoje no Brasil 16,7 milhões de desbancarizados: desses, 86% pertencem às classes C, D e E; 39% estão concentrados na região Nordeste do país. Ainda de acordo com o Locomotiva, a principal razão por que as pessoas não possuem conta em banco é puramente opcional: 28% delas simplesmente “não querem”. Outros motivos são “nome sujo” (21%) e “falta de renda” (19%).

Foi sobre o papel das tecnologias na inclusão financeira que falaram os convidados Leandro Dias, Diego Reis e Ingrid Barth.

Como as empresas podem usar NFTs para monetizar seus ativos?

Daniel Peres Chor é o fundador da Tropix.io, que comercializa obras de arte através de NFTs. Bruno Milanello é executivo de negócios no Mercado Bitcoin, a maior corretora de ativos digitais do Brasil e o primeiro unicórnio de criptomoedas da América Latina.

Pois foi sobre NFTs e ativos digitais que os dois falaram neste penúltimo painel do Dia 1 do Fintech Summit.

De acordo com dados publicados pela startup DappRadar, o mercado mundial de NFTs movimentou mais de US$ 24,8 bilhões em negociações em 2021. No ano anterior, esse valor tinha sido de apenas US$ 94,9 milhões.

Assim é que os non-fungible tokens se tornaram a grande sensação do universo das novas tecnologias, principalmente entre os entusiastas de ativos digitais.

Conectando empresas ao futuro do mercado internacional

Sempre que um fundo de venture capital estrangeiro investe em uma startup brasileira, é preciso haver uma operação de câmbio para converter a moeda do outro país (dólar, euro) em real.

Apesar de o fluxo do dinheiro começar com o investidor no exterior, a responsabilidade por encontrar um agente autorizado a operacionalizar a entrada dos recursos no Brasil é da própria startup.

O problema é que o nosso país é um dos mais burocráticos do mundo quando se trata de receber ou enviar dinheiro para o exterior.

Esse foi o tema deste quadro, que teve a participação de Karina Vieira, do Bexs Banco, e Loly Foronda, da Ebury.

Dia 2

Como o valor de marca impulsiona as fintechs no Brasil

O Softbank é um conglomerado japonês de telecomunicações dono do maior fundo de venture capital do mundo. Na América Latina, a companhia possui investimentos em oitenta empresas, como Rappi, Nubank, Banco Inter e Gympass.

Segundo rumores, o Softbank deverá adicionar mais US$ 2 bilhões ao seu segundo fundo para a América Latina, o Latin America Fund II, inicialmente de US$ 3 bilhões. A decisão do investimento extra está nas mãos de Masayoshi Son, fundador do conglomerado.

Pois bem: Eduardo Vieira é chefe de comunicações do Softbank para a América Latina. Neste primeiro painel do dia 28, ele conversou com Gustavo Araújo sobre como o fundo asiático apoia as suas investidas para além do dinheiro dos aportes.

Como escolher as fintechs que vão solucionar os problemas da sua empresa

A Voltz surgiu em 2020 como uma spin-off do Grupo Energisa, um dos maiores distribuidores de energia elétrica do Brasil. Por meio de uma conta digital gratuita, a startup busca acelerar a inclusão digital e financeira de pessoas em todas as regiões do país.

Aliás, a fintech foi idealizada em 2018, quando uma pesquisa realizada pela Energisa com oitocentos clientes apontou que dois terços deles pagavam suas contas de energia em lotéricas, com dinheiro vivo. Alguns sequer tinham conta bancária.

A missão de criar a Voltz e atender esse público desbancarizado foi confiada a Daniel Orlean e Tiago Compagnoni, que estão presentes neste quadro para falar um pouco mais a respeito da fintech e suas soluções.

Novos caminhos do open banking

O open banking é um conjunto de regras e tecnologias que permite o compartilhamento de dados financeiros de clientes entre instituições financeiras e de pagamentos por meio da abertura e integração de seus respectivos sistemas (openbankingbrasil.org.br).

No Brasil, o modelo foi implementado em quatro fases pelo Banco Central ao longo de todo o ano de 2021.

Nesta sessão, profissionais de fintechs, associações e bancos compartilharam suas visões em relação ao “sistema bancário aberto” e como a proposta está sendo recebida pelo ecossistema de finanças em nosso país.

O protagonismo da infraestrutura e gestão financeira para empresas de alto crescimento

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em 2021, no Brasil, 89,9% dos CNPJs eram registrados como pequenas ou médias empresas (PMEs). Desses quase vinte milhões de negócios ativos, 30% tiveram que pedir empréstimos para se manter operantes durante o período da pandemia, um problema diretamente ligado à falta de gestão financeira. Boa parte delas não tinha capital de reserva e não conseguiu lidar com as adversidades da crise; por causa disso, mais de um milhão de empresas fecharam as portas em 2020. 

Este quadro conta com os empreendedores Jorge Vargas (Bhub) e Gonzalo Parejo (Kamino), que comentam a importância da gestão financeira para o sucesso das empresas.

3 startups em 15 minutos

Três empreendedores apresentam as suas próprias startups em quinze minutos:

a55

Hugo Mathecowitsch fala da a55, primeira fintech brasileira especializada em empréstimos para empresas da nova economia. A startups já desembolsou mais de R$ 150 milhões e ajudou a acelerar o crescimento de 150 organizações no Brasil e no México.

HerMoney

A HerMoney é a primeira plataforma do Brasil criada para cuidar das finanças de empresas de mulheres. A fintech fornece às mulheres empreendedoras um software para a gestão de pequenos e micro negócios. Quem apresenta a startup é a fundadora Andrezza Rodrigues.

Foregon

A Foregon é uma fintech que compara produtos e serviços financeiros para as pessoas escolherem aqueles que melhor se adaptam ao seu perfil. No site da startup os usuários encontram centenas de opções de cartão de crédito, contas digitais, empréstimos e maquininhas de pagamento. Com Caio Torba, head de estratégia da Foregon.

M&As entre empresas tech: de tendência à realidade

No Brasil, até 2020, a maior parte das aquisições de startups eram conduzidas por grandes corporações tradicionais ou holdings. O Magazine Luiza, por exemplo, comprou nove startups em 2021, tornando-se a maior adquirente do ecossistema tech brasileiro.

Porém, nesse mesmo ano de 2021, pela primeira vez na história, quem mais adquiriu startups no Brasil foram as próprias startups, e não as grandes empresas, como o Magalu.

As fintechs são as empresas mais ativas no mercado nacional de M&As. Em 2021, elas estiveram envolvidas em 44 transações de fusões e aquisições, seja como compradoras ou adquiridas. 

Neste último quadro do Fintech Summit 2022, estiveram presentes Alexandre Liuzzi, da fintech Remessa Online, e Thiago Carvalho, do J.P. Morgan, que em junho adquiriu 40% do C6 Bank em uma transação estimada por especialistas em aproximadamente R$ 10 bilhões.

Patrocinadores do Fintech Summit 2022

Agradecimento especial aos patrocinadores do nosso evento Dedalus, Kamino e Purple Metrics, que também esteve em nosso painel.


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